Cabeçario animais

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domingo, 27 de novembro de 2011

COALA



Os coalas são encontrados unicamente na Austrália. Seu tamanho pode atingir os oitenta centímetros de comprimento; e a massa, quinze quilos. Tais mamíferos possuem pelagem densa, de coloração geralmente cinza ou marrom, e branca na região ventral. Os olhos são consideravelmente separados e o focinho é bem característico: curto, achatado e com grandes narinas. A cauda é ausente, as orelhas são grandes e peludas e em todas as suas patas são encontrados cinco dedos. Todos eles, exceto os polegares posteriores, formam garras. Apenas as fêmeas apresentam bolsa marsupial, também chamada de marsúpio, localizada nas costas.

É no marsúpio que o filhote ficará durante a maior parte de seu desenvolvimento. Ao nascer, pouco mais de um mês após a fecundação, ele se direciona a esta estrutura, local em que ficará por aproximadamente mais seis meses, até sua completa formação. Depois disso, passará boa parte do tempo agarrado à mãe, retornando ali somente para mamar e dormir. A partir dos doze meses de idade, os coalas já se apresentam independentes, sendo capazes de se reproduzirem entre os 3 e 4 anos; e viverem por 20 anos.

A época reprodutiva dura aproximadamente quatro meses, sendo o ato sexual executado em poucos segundos, em posição vertical, em galhos de eucalipto. Os machos são poligâmicos, e não desenvolvem cuidado parental com suas crias.

Tal animal raramente é visto no solo, uma vez que costuma viver nas copas de eucaliptos – hábito este auxiliado por suas garras resistentes. Herbívoro, alimenta-se unicamente de folhas de algumas poucas espécies desta planta, de onde também retira água em quantidades necessárias para sua sobrevivência. Assim, este nome, coala, não é por um acaso: na linguagem aborígene, significa “aquele que não bebe”.

Ainda sobre relações alimentares, o coala possui poucos predadores naturais. Os principais são o cachorro-selvagem (Canis lupus dingo), que se alimenta daqueles mais debilitados; e o ser humano, no caso, os aborígenes.

No entanto, o que mais afeta suas populações são as secas, as queimadas, e a destruição de seu hábitat. Tais fatores fazem com que os sobreviventes tenham como opção principal a migração para outras regiões. Não raramente, chegam próximos a habitações humanas, aumentando os riscos de serem atropelados, ou mesmo caçados por cães de guarda ali encontrados.

No passado, com a chegada dos europeus, os referidos povos passaram a utilizar a pele dos coalas como troféu e matéria-prima para adornos, o que também contribuiu para a redução de indivíduos em território australiano.

Graças a ações conservacionistas como a proteção da espécie, cedida pelo governo; conscientização dos nativos, criação de santuários e reintrodução da espécie em regiões em que já se encontravam em extinção; na atualidade, os coalas se encontram fora de perigo, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, IUCN.
 
Curiosidades:

- Coalas não são ursos, uma vez que não pertencem à Ordem Carnivora e Família Ursidae.
- Quando necessário, os coalas podem nadar, sendo consideravelmente bons nesta tarefa;
- Coalas comem cerca de meio quilo de folha, diariamente;
- Quando ameaçados, se escondem ao invés de fugir.
Por Mariana Araguaia
Bióloga, especialista em Educação Ambiental
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

LEÕES BRANCOS

O leão branco é um felino, assim como o tigre, muito conhecido por ser muito raro, por ser um dos Animais em Extinção e principalmente por ter o pêlo muito, muito claro, praticamente branco. Apesar de ser uma das espécies de leões mais bonitas, o leão branco tem uma grande desvantagem, devido a cor do seu pêlo ele tem mais dificuldade para se esconder na natureza, dificultando a caça às suas presas.


O leão branco é realmente muito raro na natureza, aliás foi quase comprovado que ele é extinto, porém, em alguns países existe essa espécie disponível para visitas em zoológicos, onde podemos ver Cenas Incríveis de Animais. Em sua estatura ele pode chegar a medir até 3 metros de comprimento, e também pode chegar ao ponto de pesar mais de 130 quilos. Os leões brancos vivem cerca de 19 anos na natureza, ou seja, no seu habitat de origem, porém em cativeiro chegaram a viver por 29 anos. Os cientistas acreditam na possibilidade de que existam apenas 80 leões brancos, e todos eles em cativeiro, zoológicos, circos, etc.


A ciência estudou por muitos anos tentando descobrir o motivo por qual essa espécie teria pelagem branca, e depois de muitas pesquisas eles deram uma simples resposta, o Leão Branco tem uma chamada “anomalia genética” que faz com que esta espécie não tenham melanina, ou seja, não produzem o que dá cor à pele, por esse motivo eles são tão brancos. Muitas pessoas, ou até mesmo os cientistas se referem ao leão branco como “albino” justamente por que ele não tem pigmento de pele. Geralmente os animais de pelagem branca são muito resistentes a luz do sol, e por esse motivo, os leões brancos também são assim, eles tem muito mais resistência ao sol e ao calor do que as outras espécies de leões. O leão branco é original da África do Sul, e ainda tem cientistas que falam e acreditam que existem animais dessa raça por lá.


A leoa branca, obviamente a fêmea, fica em período de gestação por mais ou menos quatro meses, e nascem de 2 a 6 filhotes por ninhada, são muitos, não acha ? Porém, a leoa branca só entra em gestação uma vez por ano e Não Esqueça que logo que os filhotes crescem eles não ficam mais com a mãe leoa, já seguem sua vida sozinhos, tanto na natureza quanto nos zoológicos, dando assim oportunidade para que a leoa branca todos os anos possa ter uma nova ninhada de filhotes, e é isso que faz com a espécie dos leões brancos não entre em extinção, e que mesmo longe de seu habitat natural, em circos ou em zoológico nós possamos apreciar esses animais. Você já pensou como seria A Vida Sem os Animais? Então Seja Mais Cuidadoso, dê valor a infinita beleza que nós ainda temos todos os dias.


Fonte: http://animais.culturamix.com/informacoes/felinos/leao-branco



sábado, 3 de setembro de 2011

SAIBA MAIS SOBRE AS AVES

A classe das aves possui mais de 9000 espécies sendo 5000 passeriformes. São animais de sangue quente, isto significa que a temperatura interna do corpo (cerca de 37,5 C) permanece constante, sem ter relação com a temperatura do ambiente.
Para isto, o organismo gasta energia, e o gasto só pode ser reduzido com uma boa isolação (penas, pêlos, gordura). O peso das aves varia muito: de menos de 28 gramas até mais de 135 quilos. De acordo com o ambiente em que vivem, também há variação de detalhes da estrutura do corpo.
Mas todas as aves têm em comum características que tornam possível o vôo, mesmo as aves que já perderam a capacidade de voar (os únicos pássaros que não voam são os pingüins, avestruzes, emas, casuares e quivis). A habilidade para o vôo está refletida nas características típicas dos pássaros:
  1. corpo aerodinâmico;
  2. membros anteriores modificados em asas;
  3. cavidades dos ossos preenchidas com ar;
  4. ausência de mandíbulas e dentes, sendo a mastigação realizada pela moela, situada atrás do estômago;
  5. digestão rápida, sem armazenamento de alimento;
  6. penas leves, que são estruturas mortas e impermeáveis. Assim, não é preciso haver vasos sanguíneos pesados para nutrí-las.
Além disso, as penas fornecem isolação térmica leve. As penas maiores estão nas asas - antebraços adaptados ao vôo. As penas estão implantadas nos ossos da mão (primárias) e do antebraço (secundárias).
As asas são movidas por músculos muito fortes (que dão 15% do peso da ave), ligados a ossos peitorais reforçados. As pernas servem como trem de pouso: o fêmur fica embutido no corpo, a tíbia e o perônio formam uma falsa coxa.
Ao contrário dos mamíferos, as aves têm olfato fraco, mas visão e audição agudas, que auxiliam na caça e no reconhecimento de indivíduos da mesma espécie. Por isso, existe o grande desenvolvimento de cantos e plumagens diferentes em cada espécie.
Finalmente, o cérebro das aves é mais desenvolvido que o dos répteis. As aves também têm atividades instintivas complexas: danças de acasalamento, construção de ninhos, criação de filhotes, migração. Mas, como os hemisférios cerebrais são poucos desenvolvidos, elas se adaptam menos que os mamíferos às alterações do ambiente.