Cabeçario animais

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terça-feira, 4 de agosto de 2015

PLANTAS TÓXICAS PARA CÃES

Muita gente tem cães em quintais, sítios e fazendas. Mas o que as pessoas não sabem é que algumas plantas podem entoxicar nossos cães, levando inclusive à morte.

Verifique se você tem alguma dessas plantas em casa e desfaça-se imediatamente para que seu cachorro não corra risco de ingerí-las.


Alamanda (Allamanda cathartica) – A parte tóxica é a semente.
Antúrio (Anthurium sp) – As partes tóxicas são folhas, caule e látex.
Arnica (Arnica Montana) – A parte tóxica é a semente.
Arruda (Ruta graveolens) – A parte tóxica é a planta toda.
Avelós (Euphorbia tirucalli L.) – A parte tóxica é toda a planta.
Beladona (Atropa belladona) – As partes tóxicas são flor e folhas. – antídoto: Salicilato de fisostigmina.
Bico de papagaio (Euphorbia pulcherrima Wiild.) – A parte tóxica é toda a planta.
Buxinho (Buxus sempervires) – A parte tóxica é são as folhas.
Comigo ninguém pode (Dieffenbachia spp) – As partes tóxicas são as folhas e o caule.
Copo de leite (Zantedeschia aethiopica Spreng.) – A planta é toda tóxica.
Coroa de cristo (Euphorbia milii) – A parte tóxica é o látex.
Costela de Adão (Monstera deliciosa) – As partes tóxicas são as folhas, caule e látex.
Cróton (Codieaeum variegatum) – A parte tóxica é a semente.
Dedaleira (Digitalis purpúrea) – As partes tóxicas são flor e folhas.
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata) – A parte tóxica é toda a planta.
Espirradeira (Nerium oleander) – A parte tóxica é a planta toda.
Esporinha (Delphinium spp) – A parte tóxica é a semente.
Hibisco (Hibiscus) – A parte tóxica são as flores e as folhas.
Fícus (Ficus spp) – A parte tóxica é o látex.
Jasmim manga (Plumeria rubra) – As partes tóxicas são flor e látex.
Jibóia (Epipremnun pinnatum) – A parte tóxica são as folhas, caule e látex.
Lírio da paz (Spathiphylum wallisii) – As partes tóxicas são as folhas, caule e látex.
Mamona (Ricinus communis) – A parte tóxica é a semente.
Olho de cabra (Abrus precatorius) – A parte tóxica é a semente.
Pinhão paraguaio (Jatropha curcas) – As partes tóxicas são semente e fruto.
Pinhão roxo (Jatropha curcas L.) – As partes tóxicas são as folhas e frutos.
Saia branca (Datura suaveolens) – A parte tóxica é semente.
Saia roxa (Datura metel) – A parte tóxica é semente.
Samambaia (Nephrolepis polypodium). Existem vários tipos de samambaias e outros nomes científicos. Essa é apenas um exemplo, todas são tóxicas. – A parte tóxica são as folhas.
Taioba brava (Colocasia antiquorum Schott) – A parte tóxica é toda a planta.
Tinhorão (Caladium bicolor) – A parte tóxica é toda a planta.
Vinca (Vinca major) – As partes tóxicas são a flor e folhas.

Fonte: http://tudosobrecachorros.com.br

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

SECREÇÃO OCULAR E MANCHAS DE LÁGRIMAS EM CÃES

É bastante comum tutores de cães, principalmente os de pelagem branca, reclamarem que seu cão está com uma espécie de “olheira” em ambos os olhos. Essa condição é chamada dentro da medicina de Epífora. Para uma compreensão melhor, os olhos dos cães, assim como os nossos, necessitam da lágrima para que seja feita a lubrificação constante  e, com isso,  não haja o ressecamento do globo ocular. Também se faz necessário que o mesmo seja sempre lavado, em casos de entrada de algum corpo estranho, condição essa igualmente executada pelas lágrimas. Normalmente essas lágrimas são drenadas através do ducto nasolacrimal. Quando acontece alguma alteração nessa anatomia, ocorre um extravasamento de lágrimas pela face do animal, fazendo com que essa área se torne bastante úmida, sofrendo oxidação e deixando aquela região manchada. Existem raças que são predispostas a sofrer essa alteração. Podemos citar entre elas: Poodle, Pug, Maltês, Buldogue, Shih Tzu, porém, podendo ocorrer em qualquer raça de cães.

As causas para o aparecimento da Epífora podem ser muitos, porém os mais encontrados em cães que dão entrada nas clínicas veterinárias, são:
Entrópio ( Quando a pálpebra do animal é virada para dentro, em direção ao globo ocular);
Ectrópio (É o inverso do entrópio. A pálpebra se mantém virada para fora, em direção ao meio externo);
Obstrução no canal nasolacrimal, impedindo assim que a lágrima seja drenada;
Conjuntivites do tipo crônica;
– Pode ocorrer também má formação de alguma particularidade anatômica, fazendo com que haja uma falha na drenagem.
Os sinais clínicos são bem visíveis. O que pode ser observado ao primeiro contato é a Epífora, ou seja, aquela mancha que chega a ser semelhante com uma “olheira”. Pode-se observar também, à primeira vista,  o caso que seja de origem de conjuntivite, Entrópio ou Ectrópio. Caso de outra origem, é importante um médico veterinário para avaliar.
O diagnóstico é importante que seja feito por um profissional habilitado. Como dito anteriormente, dependendo da causa pode ser de fácil diagnóstico, caso contrário só com um exame minucioso. Nesse caso, normalmente, o médico veterinário não se utiliza de exames laboratoriais, como hemograma, perfil bioquímico e etc, é utilizada a anamnese e o exame clínico correto.
O tratamento da Epífora nos cães é de acordo com a causa primária, ou seja, a anormalidade que gerou o extravasamento de lágrimas. No caso de conjuntivite, o médico veterinário irá receitar uma terapia medicamentosa para regredir a inflamação. Quando é causado pelo ectrópio ou entrópio, o mais indicado é a cirurgia. É feita uma intervenção simples só para que seja feita a correção das pálpebras. No caso da obstrução do canal nasolacrimal, o profissional pode fazer a desobstrução, se achar necessário. Caso depois do tratamento ainda ocorra um pouco de extravasamento e  manchas no pelo, não se preocupe. O problema só será estético.
A prevenção, para que não ocorra essa condição, é a ida rotineira a um médico veterinário. É importante que o tutor examine seu animal diariamente, para que não passe despercebida alguma alteração na saúde do mesmo. Como dito acima, no caso de seu animal apresentar epífora, não se desespere. Em muitos casos pode ser apenas uma alteração estética.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

TEMPEROS DO BEM

Para tornar a comida dos pets mais cheirosa e saborosa, é possível acrescentar algumas ervas aromáticas e especiarias. A quantidade deve ser mínima e a tática usada esporadicamente.
Abaixo, algumas sugestões de temperos que não fazem mal aos mascotes, mas lembre-se de sempre consultar um veterinário de confiança:

Azeite de oliva - bom para a saúde cardiovascular e fonte de vitamina E
Orégano - ajuda a combater fungos e leveduras
Salsinha - age nos rins e fígado
Manjericão - melhora o funcionamento do fígado e da visícula biliar
Hortelã - auxilia a digestão
Canela em pó - reduz a glicemia e suaviza gases
Gengibre fresco ralado - contra má digestão e náusea.

Fonte: www.revistameupet.com.br
VOCÊ SABIA?

Você sabia que 300 milhões é o número de receptores olfativos que os cachorros possuem, e por isso, a nossa comida é tão tentadora para eles, já que é muito mais aromática que as rações.

Fonte: www.revistameupet.com.br

domingo, 2 de fevereiro de 2014

CUIDADOS COM OS CÃES EM DIAS MUITO QUENTES

Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes.

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.

Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio. 
  
 
Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:
1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.
2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados.
3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.
4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.
5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.
6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.
7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.
8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.
9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.
10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.
11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.
Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

domingo, 19 de maio de 2013

MAU HÁLITO DOS CÃES PRECISA SER TRATADO

Um bafo de cão

Ele é mau sinal — e não só porque é pra lá de desagradável. O hálito fedorento indica que seu cachorro está com problemas periodontais que, se forem em frente, podem até mesmo comprometer órgãos importantes


Vamos admitir: todo cão tende a exalar um hálito forte. Mas, quando dá para sentir o aroma a distância e ele parece insuportável — quando seu amigo o encara, por exemplo —, fique de olho. De olho na boca do animal, bem entendido. Em uma situação dessas, é possível que você note uma área mais avermelhada nas gengivas e até pequenos pontos sangrando. São sintomas típicos das doenças periodontais, provocadas pelo acúmulo de tártaro e placa bacteriana nos dentes. A menor das ameaças, no caso, é seu cachorro terminar banguela. Sim, porque esses males podem abrir brechas para micróbios que atacam órgãos vitais como coração, rins e fígado.

Nada disso acontece quando o cão é submetido a escovações diárias nos dentes. "O ideal é que ele se acostume com isso desde filhote", orienta o veterinário e cirurgião Herbert Lima Corrêa, do Centro Odontológico Veterinário, a Odontovet, em São Paulo. "Essa rotina evita as infecções por trás do mau hálito, que ameaçam a saúde do bicho", alerta.

Se o seu animal não está acostumado a esse trato diário no sorriso, nunca é tarde para começar. O mais difícil, às vezes, é disciplinar o dono: "Ele precisa reconhecer a importância da escovação para se sentir motivado", observa o veterinário Marco Antonio Gioso, que é professor da Universidade de São Paulo.

O veterinário e adestrador Wagner Zoriki, da Organização Cão Cidadão, em São Paulo, acrescenta que o momento de cuidar dos dentes deve ser prazeroso para o cão, assim você não corre riscos de ser mordido. "Quando for apresentar a escova e a pasta dental, recompense com um petisco. Dessa forma, ele associará o momento da limpeza a um agrado", ensina.

Tanto a escova quanto a pasta devem ser apropriadas para o uso canino. O creme dental, aliás, pode ser engolido, porque cachorro não faz bochecho nem cospe. O sabor? Existem pastas com gosto de carne, de frango... Caso o tártaro já tenha se instalado, o jeito será partir para o tratamento, que consiste em raspar as gengivas e polir os dentes. E sempre leve seu cachorro ao dentista — pelo menos uma vez por ano.  


OS MAIS BAFORENTOS
Estas são as raças mais sujeitas ao tártaro e, portanto, ao mau hálito
›› Yorkshire
›› Cocker spaniel
›› Poodle
›› Maltês


Fonte: http://saude.abril.com.br/edicoes/0309/bichos/conteudo_431181.shtml

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA


A Leishmaniose visceral canina é uma doença grave que acomete vários mamíferos, transmitida por um protozoário que tem o nome científico de Leishmania chagasi (infantum). O seu principal transmissor (vetor) é um inseto (flebotomíneo), da espécie Lutzomyia longipalpis, também conhecido como “mosquito palha”. O contágio em cães e no homem ocorre através da picada do inseto infectado.
O cão é considerado um importante reservatório do parasita pela sua proximidade com o homem e constitui o principal elo na cadeia de transmissão de Leishmaniose visceral nas zonas urbanas. Há outros animais silvestres que podem servir de hospedeiros intermediários desta doença, mas é impossível pegar a doença por contato direto com esses animais.
A Leishmaniose não é transmitida através de lambidas, mordidas ou afagos. O contágio ocorre somente através da picada da fêmea infectada do “mosquito palha”.

Principais sintomas
O aparecimento dos primeiros sintomas da Leishmaniose, após a transmissão pela picada do “mosquito palha”, pode demorar semanas ou até alguns anos; cerca de 20% dos animais infectados podem nunca manifestar sintomas. A maioria dos animais aparenta estar saudáveis na época do diagnóstico clínico, mas quando desenvolvem a doença podem apresentar os seguintes sintomas:
  • Apatia (desânimo, fraqueza, sonolência);
  • Perda de apetite;
  • Emagrecimento rápido;
  • Feridas na pele, principalmente no focinho, orelhas, articulações e cauda (que demoram a cicatrizar);
  • Pelos opacos, descamação e perda de pelos;
  • Crescimento anormal das unhas (onicogrifose) com o avanço da doença;
  • Aumento abdominal (“barriga inchada” pelo aumento do fígado e do baço);
  • Problemas oculares (olho vermelho, secreção ocular);
  • Diarreia, vômito e sangramento intestinal.

    Diagnóstico
    Ainda não existe um método de diagnóstico que seja 100% específico para identificação da Leishmaniose visceral canina. Porém, a associação dos vários métodos disponíveis permite a obtenção de diagnósticos com boa sensibilidade e especificidade. Ao observar que seu animal está com sintomas que podem ser indicativos de Leishmaniose, é importante que você consulte um veterinário de sua confiança o mais rápido possível.
    O diagnóstico da Leishmaniose é complexo e requer a realização de vários exames laboratoriais associados ao exame clínico para se chegar a um resultado definitivo. Geralmente, são realizados exames iniciais de triagem, chamados exames sorológicos (ELISA e RIFI) e depois devem ser solicitados os exames parasitológicos ou moleculares para confirmar a infecção. Não existem métodos de diagnóstico que sejam 100% confiáveis.
    Portanto, recomenda-se:
  • Utilizar sempre mais de um método diagnóstico durante o exame de um animal suspeito de estar com Leishmaniose visceral canina, pois o uso isolado de determinada técnica pode dar margem à ocorrência de falsos negativos ou falsos positivos.
  • Peça ao veterinário que acompanhe a etapa de coleta do material para garantir que a mostra seja adequadamente coletada e conservada, e que seja enviada a um laboratório credenciado e de confiança.
  • Sempre realizar um exame parasitológico ou molecular para confirmar a infecção.
Como você pode ajudar?
Como a Leishmaniose visceral canina é uma doença grave e seu tratamento é complexo, a prevenção é a estratégia mais recomendada para o controle dessa doença.
O controle do inseto transmissor é considerado a melhor opção na luta contra a doença, segundo a Fundação Nacional da Saúde.

Cuidado com áreas de potencial contágio
Os donos dos cães devem observar alguns cuidados em áreas úmidas ou de decomposição de lixo:
  • Evitar acúmulos de lixo no quintal e descartar o lixo adequadamente: é uma maneira de contribuir para a saúde do meio ambiente e ao mesmo tempo evitar a proliferação dos mosquitos.
  • Manter o ambiente do cão, o quintal ou a varanda sempre limpos, livre de fezes e acúmulo de restos de alimentos e folhagens.
  • Manter a grama e o mato sempre cortados, com retirada de entulhos e lixo, evitando a formação de uma fonte de umidade e de matéria orgânica em decomposição.
  • Utilizar spray repelentes ou inseticidas ou cultivar plantas com ação repelente, como a citronela ou neem, no ambiente.
Medidas para proteger o seu cão da leishmaniose visceral canina:
  • Vacine o seu cão anualmente com vacinas específicas para a Leishmaniose. Atualmente existem duas vacinas licenciadas pelo MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: a Leishtec® e a Leishmune®
  • Utilize coleiras impregnadas com inseticidas (Scalibor®: trocar a cada seis meses) ou produtos spot on (solução em gotas aplicadas topicamente) de ação prolongada, que devem ser reaplicados a cada mês, inclusive ao transportar os animais para outras regiões
  • Evite passeios com o seu cão no final da tarde e início da noite, que é o horário de maior atividade do mosquito palha
  • Use telas de malha bem fina no canil ou na casinha do cachorro, nas portas e janelas de sua casa
  • Utilize plantas com ação repelente a mosquitos (como citronela e neem)
  • Manter o abrigo do seu cão sempre limpo, sem fezes ou restos de alimento.
Conheça a legislação sobre Leishmanioses
PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 1.426, DE 11 DE JULHO DE 2008, que proíbe o tratamento de leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
DECRETO Nº 51.838, DE 14 DE MARÇO DE 1963, que baixa normas técnicas especiais para o combate às leishmanioses.

               ANTES                  APÓS O TRATAMENTO

Trata Leishmaniose 

Trata Leishmaniose 
Trata Leishmaniose 

Fonte das fotos:  http://www.fielamigo.com.br/trata/

Fonte texto: http://www.wspabrasil.org/wspaswork/Caesegatos/controlededoencas/leishmaniose/Default.aspx

domingo, 26 de agosto de 2012

DOR DE OUVIDO ATINGE CÃES E GATOS

Os bichinhos também sofrem com a dor de ouvido, doença bastante comum em animais de estimação.  O maior problema é que o dono geralmente não percebe os sintomas, o que pode agravar a situação. Chamada de otite, a doença pode ser identificada pela infecção do conduto auditivo em cães e gatos. “São várias as causas da patologia, que podem ser parasitárias, alergopatias, doenças hormonais ou a presença de corpos estranhos como sementes e areia”, comenta a especialista em dermatologia do Hospital Veterinário Batel, Kelly Cristina Cruz Choque

Segundo a especialista, o problema é mais comum em cães e o principal complicador é o surgimento de infecções secundárias. “A presença de inflamação leva à proliferação de bactérias e fungos que vivem normalmente nos condutos auditivos, o que pode desencadear outros problemas”, relata.

A médica avalia que alguns hábitos podem contribuir para o desenvolvimento da doença como limpar o ouvido do animal com soluções inadequadas. “Às vezes o proprietário pensa que está fazendo uma limpeza adequada da região, mas se não tiver orientação médica, isso pode desenvolver a inflamação contínua do ouvido, prejudicando a saúde do pet”, explica.

Outro fator que pode predispor o animal a sofrer de otite é a anatomia dos ouvidos, assim como a condição genética de determinadas raças. “As orelhas pendulares do cocker, os condutos tortuosos e estreitos do sharpei e o excesso de pelo no ouvido externo nos terriers, por exemplo, são predisposições que podem contribuir para o aparecimento da patologia”, afirma.

Para o dono identificar se o animal sofre com o problema, Kelly recomenda observar se ele demonstra algum desconforto como coceira frequente na região das orelhas, apresenta vermelhidão ou inchaço no ouvido e cheiro desagradável no local. “Esses são sinais de que algo incomoda o bichinho e que ele precisa de uma avaliação médica. Também não se deve fazer a automedicação, pois a utilização errada de remédios pode causar resistência ao medicamento ou prejudicar ainda mais o quadro clínico”, alerta.

Fonte: Hospital Veterinário Batel